Tarde soleada.
De bombacha cinza e sem camisa,
sorriso maroto de quem nunca rejeitou a lida,
Com carinho olhou pra velha
como que dizendo:
até já.
até já.
Seguiu bordeando a sanga,
que ladeava o rancho
rumo a cachoeira.
Mateou solita na sombra da bergamoteira,
escutando no correr das águas,
velhas cantigas e assobios.
No fogão uma galinha com arroz.
No pasto a novilha do leite gordo.
Por que não um mate com o velho
lá na cachoeira?
Por que não um banho?
com seu sorriso missioneiro,
herança bugra,
como o velho,
seguiu bordeando a sanga,
como que dizendo:
seguiu bordeando a sanga,
como que dizendo:
o já, já é.
E assim...
o jaz.